liberando perdãoLiberando perdão

João 8:10b e 8:11b

“Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?”

“Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais.”

 

 Tem coisa que nunca muda, é preciso estar atento aos nossos sentimentos, para poder liberar perdão. O perdão parece algo simples mas requer um esforço muito grande,  pois perdoar exige esquecer e esquecer é algo que a maioria das pessoas não gostam e não querem fazer.

Desejo falar sobre dois tipos de perdão, o perdão para si mesmo e o perdão para com o próximo.

Existem casos em que a pessoa mesmo  tendo um encontro verdadeiro com Jesus, não consegue se perdoar por alguma coisa que fez no passado. Sabemos que o nosso Senhor tem poder para perdoar todos os pecados, não importando a gravidade, porém muitas vezes falta fé para receber de forma completa esse perdão. Precisamos entender que no céu não entra pecado, portanto é necessário que todos os nossos pecados sejam perdoados e que sejamos realmente livres do pecado. Ora, Aquele que perdoa diz que os nossos pecados são lançados no Mar do esquecimento e sendo assim pecado perdoado jamais será lembrado por Ele e por nós. Está escrito no livro do profeta Isaías 1:18 “...ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”

Agora vamos falar do perdão para com o próximo.

Quando aquela mulher foi trazida para Jesus, o mestre não perdeu a oportunidade de liberar perdão, ao fazê-lo, estava salvando aquela vida da morte física e espiritual.

Aquela mulher havia passado pelo tribunal de Cristo e quando foi perdoada, os seus acusadores já não podiam acusa-la daquele pecado. O mesmo deveria acontecer em nosso meio, pois quando as pessoas pecam, confessam e abandona o pecado, nós não podemos mais acusá-las e nem nos lembrarmos desses pecados perdoados.

Em nossa vida pessoal é necessário que aconteça o mesmo, perdoar é esquecer, não adianta falar que perdoamos se lembramos a todo o momento e falamos  sobre o assunto. Quando não esquecemos a ofensa, isso gera uma raiz de amargura dentro do nosso coração, e abre uma brecha para que o inimigo de nossas almas aja endurecendo cada vez mais o nosso coração o que nos torna pessoas amarguradas, revoltadas, e sabemos que isso nos afasta cada vez mais do nosso Deus, colocando em risco a nossa salvação.

O que seria de nós se o nosso Jesus fizesse o mesmo? É necessário praticar o ministério da misericórdia, ou seja, pecado perdoado é pecado esquecido e é assunto encerrado.